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  • Rodrigo Giaffredo

Inovação de si mesmo: o guia prático definitivo para você começar já!

Os profissionais que desejam usar metodologias ágeis como scrum e kanban, ou inovadoras como design thinking e lean, precisam ter mais do que apenas certificações técnicas. Neste artigo, Rodrigo Giaffredo ensina o passo a passo dos profissionais do século XXI que foram capazes de reinventar completamente suas carreiras. Não importa se você deseja se atualizar profissionalmente, ou mudar de carreira, este texto pode te ajudar! Acompanhe agora, passo a passo, dicas práticas sobre como se tornar o profissional do futuro mais desejado pelo mercado de trabalho!


Num mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo, ser capaz de reinventar a si mesmo e inovar na própria carreira tornou-se uma habilidade crucial.


Inovação de si mesmo: o guia prático definitivo para você começar já!

Isso mesmo, qualquer pessoa.


Qualquer um que queira começar essa bagaça pode conseguir. Duvida né? Então que comece o rolê!


Cara, simples demais. No geral, quando a gente pega as milhares de definições de inovação que existem por aí, a gente espreme, espreme, e no final a conclusão (óbvia aliás) é a de que inovar é criar algo novo.


De repente na tua empresa não tem essa cultura. Não tem essa área. Não tem mais gente nessa pegada. Não tem, não tem, não tem. Imagina aí a lista enorme de “não tens” possíveis. Imaginou? Pois é, esse guia que vou te apresentar te liberta de todos esses impedimentos.


Porque na verdade eu to falando aqui é da inovação de si mesmo. Legal hein? Por essa você não esperava, fala a verdade, ahahahahah.


Todos os “não tens” simplesmente desaparecem quando a gente decide começar a inovação fazendo algo novo da nossa própria vida. E isso é muito libertário, muito mesmo. Porque quando o assunto é a gente mesmo, a gestão é total! Recursos, disposição, possibilidades, tá tudo aí, dentro da tua mente e do teu coração. Daí chego eu com aquela fagulhazinha pra acender tua vontade, que de repente era só o que faltava.


Geralmente os gatilhos pra inovação nas empresas passam pelo surgimento de fatos inesperados, necessidades novas, mudanças de percepção, necessidade de novos conhecimentos e até imposições novas, tipo paradas legais ou regulamentares.

E cara, pensando bem, a gente como indivíduo passa por isso direto, o tempo todo né? A gente é construído pelo ambiente que nos cerca, e constrói ele também na medida em que se transforma. É uma via de duas mãos em que a interação acontece o tempo todo.

Pensa aí, quais desses gatilhos estão te rodeando nesse exato momento. Só de você ler esse artigo, já sinaliza que um deles tá latente, batendo forte no teu cabeção. E é a mudança de percepção. Você entendeu que precisa inovar. E posso te falar um negócio? Esse é o super-poder determinante de todos aqueles que marcaram história como pessoas inovadoras. A percepção, junto com a vontade, são o famoso “blend matador”, ou o “zap na testa”. É a chamada consciência.


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E agora que você tá consciente, façamos um paralelo.


Afinal, quais são os passos que geralmente se dá quando o assunto é inovação nos negócios, e como isso se aplica a gente mesmo?


O primeiro passo é definir uma estratégia baseada em objetivos e visão de futuro. Diz aí, o que você quer da vida? Quais os seus sonhos, seus desejos? Caso você estivesse no ambiente ideal de trabalho, como ele seria? Quais atividades você faria pra que no final do dia você ficasse confuso, ao ponto de avaliar se você trabalhou mesmo… sabe aquele lance de ser tão feliz fazendo o que gosta, que nem parece que tava trabalhando?


O segundo passo é, a partir da visão do objetivo, desenhar a jornada. O que eu preciso aprender pra chegar lá? Com quem eu preciso me conectar? Como eu vou saber se estou no caminho certo, será que tenho que definir vitórias mais curtinhas, de prazo menor, pra então chegar na grande vitória final?


Tá vendo né, por enquanto tá tudo contigo, gestão total do rolê. Vamos em frente.


O terceiro passo, e talvez o mais decisivo, é executar. Começar já. Começar com o que tem. Cara, sério, tem muita, mas muita gente mesmo a fim de ajudar. Ajudar um ao outro, com o objetivo de que indivíduos melhores construam um mundo melhor. Tem Coursera, (cursos gratuitos de tudo que é assunto que você possa imaginar), tem comunidades no Slack (uma ferramenta de chat e muito mais, gratuita, em que as pessoas se conectam pra vários rolês, inclusive compartilhamento de conhecimento). Tem Meetup a rodo também, aliás bem aí pertinho de você (reuniões espontâneas, sem formalidades, onde a galera se encontra nos lugares mais variados pra tocar ideias sobre absolutamente qualquer assunto).


E se em algum momento você achar que errou, não tem problema, volta pro passo dois, faz os ajustes, e recomeça. Isso faz parte do aprendizado. Errar é uma escola sensacional, e não deve te abater. Pelo contrário, deve te fortalecer.


E aí, dá ou não dá pra começar já a fazer a “inovação de si mesmo”?


Pode ir, vale a pena. E eu posso te garantir, a inovação de si mesmo vai ser o seu projeto mais disruptivo. Vai ser o grande case da sua vida.



Rodrigo Giaffredo Palestrante, escritor, professor. Dedicado à formação de lideranças humanizadas, e à construção de ambientes profissionais psicologicamente seguros. Cofundador da Super-Humanos Consultoria. Eleito Top Voice Brasil pelo LinkedIn e Profissional de RH do ano pela ABTD Paraná.


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